Pedro Moreira Nt
Barco: o mar e a alma
Barco: o mar e a alma
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É um conto para crianças e adultos lerem. Lerem juntos, de preferência. E é um teatro, uma peça escrita para Claudete Pereira Jorge e Gilda Elisa, produtoras, empreendedoras, atrizes.
"Eu escrevi quando Clau apareceu lá em casa com Gilda e, por um bom acaso, minha mãe Flor estava lá. Elas leram o texto e Flor, ficou com aqueles olhinhos azuis retesados, presos no fiapo dos olhares que minhas amigas dirigiam a ela. Clau perguntou: gostou do texto, Florzinha.
- Amei, coisa mais linda - quem foi que escreveu isso?
Sinceramente foi o elogio primeiro, aquele que sai detrás do cotidiano.
- Seu filho. Disseram.
E ela sorriu com aquele sorriso de mãe."
"Esfinge
Caso queira equilibrar-se e chegar ao fim da viajem a um bom porto, precisa responder a uma pergunta,
Barco
Qual?"
Característica:
Texto teatro infanto-juvenil que se encaminha para narrativas alegóricas que indicam o desenvolvimento da personalidade e formação do caráter, constituição dos valores e construção social da identidade da pessoa singular.
A obra é curta, porém contundente. Servirá de apoio a pais e professores como atividade social e prática ao desenvolvimento, bem-estar e felicidade educativa.
São objetos, atores com máscaras, estruturas que surgem para corresponder a intencionalidade dramática através de sua representatividade nomeadamente histórica, social, cultural. Parva (como o louco no tarô), a pureza e a inteligência liberta,;Labrego, as profundezas aterrorizantes, as armadilhas do mundo, o inesperado; Pitonisa, quem poderá ajustar como um Hermes Trimegistus, entre céu e terra, a prática com o real, com o estado do agora, efêmero e fortuito; Sereia, a diabólica variação entre ser e ter, a coisa, a mercadoria, os gostos e os prazeres vãos que devoram o querer-ser em um processo de coisificação, subsunção.Barco, a personagem que navega nesse estado dramático, o drama de viver e de ser em per si ao mundo do singular, correspondido ante à pluralidade e diversidade da existência.
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