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Clube de Autores

As Veredas Onde O Meu Olhar Se Perdeu

As Veredas Onde O Meu Olhar Se Perdeu

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Especialista em poemas românticos, líricos ou suavemente eróticos, sua poesia encanta pela fluência de rimas raras e poderosas, que levam o leitor a navegar por Universos nunca antes visitados, atrás de anjos, fadas, sereias, bruxas, feiticeiras, ciganas ou princesas, mergulhando no fundo do mar ou do olhar de suas personagens exóticas, em encontros com deuses e deusas, ou em busca de amores impossíveis, sonhos inesperados, reconciliações improváveis ou simplesmente filosofando sobre Poesia, situações e fatos da vida, em inesquecíveis histórias de amor, devaneando com mulheres lindas, sedutoras e inesquecíveis, no mundo mágico criado pela imaginação do autor, com seu estilo romântico e envolvente, que emociona e enleva leitores de qualquer idade. Leitura imprescindível para os amantes da Poesia. Alguns trechos dos poemas deste livro: "Com meus olhos percorro / Esse seu corpo infinito, / Cheio de armadilhas, / Onde me encontro ou morro, / Nesse seu corpo bendito, / A percorrer essas trilhas / Onde me leva o seu olhar... / Algum dia, talvez eu seja seu, / Quando seus olhos perceberem os meus, / Antes que eles virem tristes museus! / E nesse dia, em que o rio chegar ao mar, / Entre cetins e sedas, / Ousarei percorrer as veredas / Onde o meu olhar se perdeu..." "Quando você sorriu para mim, / Aconteceu nesse instante um milagre: / Minha infame solidão chegou ao fim, / Converteu-se em vinho o meu vinagre, / Eu que estava morto, voltei a me apaixonar, / O universo deixou de ser um lugar triste, / Eu que estava cego, voltei a enxergar / Toda a beleza que no mundo existe... / Meu olhar apagado voltou a ser ardoroso, / O calor de seu olhar encheu-me de coisas boas, / Como pode um sorriso ser tão poderoso, / A ponto de ressuscitar pessoas?" "Não me Doyle desse jeito assanhado, / Para que logo depois me Descartes / Após mais um Balzac de nervos, / Deixando-me sem Eyre nem beira... / Entre duas baforadas em teu ciBarros, / Surge Eça bipolaridade que me assusta, / Esperando que venhas com um Machado / Ceifar desse mundo minha pobre Pessoa! / Será que algum dia terás Amado alguém, / Com esse teu coração Azevedo, / Que não guarda resquício dos Anjos, / E não me deixa nenhuma Brecht?" "Só vim lhe dizer adeus, e depois desaparecerei. / Serei apenas um personagem em suas histórias, / Que amava a rainha, mas não era seu rei, / Uma página em branco em seu caderno de memórias, / Alguém que partiu e você não sabe para onde, / Para ser triste e solitário como um monge, / E que, a partir de hoje, de você se esconde, / Um eco perdido que ressoa bem longe, / Alguém que você mal conheceu, / Porque não quis e nem teve interesse, / Mas que por algum tempo quase foi seu, / Mas foi um fogo que você não deixou que ardesse, / Uma lágrima furtiva que se perdeu na chuva, / A lembrança de um beijo que você nunca deu, / Um floco de neve derretido em sua luva, / Uma folha de um livro que você nunca leu..." "Mas o tempo passou, inclemente, / E nossas ilusões, converteu em pó, / E aquele amor tão puro e ardente / Desmoronou, como um dominó! / E de ti, só me restou a saudade, / Que às vezes, chega e me arrebenta, / Daquele meu primeiro amor de verdade, / Que meus sonhos sempre frequenta!" "Nesse jogo de corpos estranho, / Em que nunca deveriam haver / Vencedores nem vencidos, / Eu sempre te deixo vencer..." "Segurei bem forte a sua mão, tão quente, / E nossos olhos trocaram uma interrogação: / Ficaríamos juntos, depois do último poente, / Ou perderíamos nosso amor para a Escuridão? / Naquele prometido Dia do Juízo Final, / Deus se mostrou afinal aos ateus, / Aos que o renegaram e cederam ao Mal, / Rejeitando a glória de serem filhos Seus... / Depois de todo aquele horror, a Natureza, / Nesse planeta azul, tão lindo e traído, / Ressurgiria novamente, com toda a sua beleza, / Mostrando sua força a quem houvesse sobrevivido! / E, em meio a todos aqueles destroços, / De uma Terra mais uma vez renascida, / Beijei você, que tremia até os ossos, / Sabendo que iria amá-la até o fim desta vida..." "Leva-me por tuas sendas, / Deixa-me seguir os teus passos, / Até que um dia te rendas, / E te entregues em meus braços... / Ensinarei até que aprendas / A gostares de beijos e amassos, / A cerrares teus olhos com vendas, / Até tua resistência cair em pedaços!" "Esta deve ser a minha sina, / Lembrar-me para sempre de você, / Nessa saudade que me domina, / Na lágrima que escorre e ninguém vê... / Seu DNA ficou gravado / Em minhas artérias e veias, / E mesmo sem você ao meu lado, / Minhas memórias de você estão cheias! / Em meu livro de cabeceira, / Cada uma das histórias é sua, / E meu papel de parede / Tem a sua imagem linda e nua..." "Mas sei que isto é impossível, / São apenas algumas loucas fantasias / Que esse teu olhar me provoca, / Quando na noite quente me sacias, / Quando teu corpo me toca, / Devassamente a me acariciar, / E com essas mãos tão macias, / O teu amor me invoca / A dentro de teu corpo sonhar..." "Acendeu-me o fio da suspeita, enfim, / Ao me olhares com
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