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Elsevier Health Sciences
Kryger Medicina do Sono - Perguntas e Respostas: Uma Abordagem Clínica
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Kryger é a referencia em medicina do sono.
Os distúrbios do sono podem ser neurológicos, comportamentais ou respiratórios, ou o resultado de ritmos circadianos interrompidos, daí a sobreposição de especialidades secundárias.
Os distúrbios do sono e do despertar já foram identificados e podem ser agrupados em quatro categorias principais: 1) Dificuldade de adormecer ou permanecer dormindo (insônia, depressão, ansiedade etc.); 2) Problemas para permanecer acordado (sonolência excessiva durante o dia, hipersônia, narcolepsia, síndrome das pernas inquietas etc.); 3) Problemas para conseguir manter uma rotina regular de sono (problema de ritmo de sono, insônia paradoxal, distúrbios de transição sono vigília etc.); 4) Comportamentos incomuns durante o sono (comportamentos que perturbam o sono, terrores noturnos, sonambulismo, distúrbio comportamental, síndrome das pernas inquietas etc.).
De 30 a 40% da população brasileira sofre de insônia crônica, mas, além disso, as pessoas também podem ter outros distúrbios do sono, como: apneia obstrutiva do sono, sonolência diurna e insônia, fibromialgia, diabetes ou obesidade e terror noturno. Além disso, segundo o IBGE, o excesso de peso em homens adultos saltou de 18,5% para 50,1% — ou seja, metade dos homens adultos já estão acima do peso. Com relação às mulheres, foi de 28,7% para 48%.
O excesso de peso e a obesidade são encontrados com grande frequência, a partir de 5 anos de idade, em todos os grupos de renda e em todas as regiões brasileiras.
Os mais recentes dados epidemiológicos da cidade de São Paulo indicam que cerca de 30% dos adultos têm algum grau de Apneia Obstrutiva do Sono. A estatística aponta, também, um aumento de mortalidade provocado pela doença, bem como a redução da qualidade de vida do paciente e seu parceiro, além do alto risco de acidentes automobilísticos e de trabalho.
Nossa proposta é ter um livro de revisão, pois publicaremos o Atlas de Medicina do Sono ainda este ano.
Esta proposta de revisão atinge dois principais grupos de leitores: aqueles que querem uma ferramenta de auto avaliação e aprendizagem, e os médicos já formados que desejam uma atualização sobre o tema.
Cada capítulo começa com um caso clínico que simula situações reais de vida encontradas na prática diária. Cada caso é então seguido por questões de múltipla escolha que lidam com diagnóstico e tratamento e finalizam com respostas seguidas de uma explicação completa, fazendo uma correlação ao Atlas que vamos publicar este ano.
Os principais termos estão em itálico ao longo do texto, e cada capítulo contém: um resumo dos principais pontos de aprendizagem, box clinico, imagens ilustrativas, correlações clínicas e as referencias para se aprofundar sobre o tema.
Para esta nova edição, criou-se um novo formato mais prático. O livro foi totalmente reorganizado em oito áreas e atualizado com as mais recentes inovações no campo da medicina do sono.
Os distúrbios do sono podem ser neurológicos, comportamentais ou respiratórios, ou o resultado de ritmos circadianos interrompidos, daí a sobreposição de especialidades secundárias.
Os distúrbios do sono e do despertar já foram identificados e podem ser agrupados em quatro categorias principais: 1) Dificuldade de adormecer ou permanecer dormindo (insônia, depressão, ansiedade etc.); 2) Problemas para permanecer acordado (sonolência excessiva durante o dia, hipersônia, narcolepsia, síndrome das pernas inquietas etc.); 3) Problemas para conseguir manter uma rotina regular de sono (problema de ritmo de sono, insônia paradoxal, distúrbios de transição sono vigília etc.); 4) Comportamentos incomuns durante o sono (comportamentos que perturbam o sono, terrores noturnos, sonambulismo, distúrbio comportamental, síndrome das pernas inquietas etc.).
De 30 a 40% da população brasileira sofre de insônia crônica, mas, além disso, as pessoas também podem ter outros distúrbios do sono, como: apneia obstrutiva do sono, sonolência diurna e insônia, fibromialgia, diabetes ou obesidade e terror noturno. Além disso, segundo o IBGE, o excesso de peso em homens adultos saltou de 18,5% para 50,1% — ou seja, metade dos homens adultos já estão acima do peso. Com relação às mulheres, foi de 28,7% para 48%.
O excesso de peso e a obesidade são encontrados com grande frequência, a partir de 5 anos de idade, em todos os grupos de renda e em todas as regiões brasileiras.
Os mais recentes dados epidemiológicos da cidade de São Paulo indicam que cerca de 30% dos adultos têm algum grau de Apneia Obstrutiva do Sono. A estatística aponta, também, um aumento de mortalidade provocado pela doença, bem como a redução da qualidade de vida do paciente e seu parceiro, além do alto risco de acidentes automobilísticos e de trabalho.
Nossa proposta é ter um livro de revisão, pois publicaremos o Atlas de Medicina do Sono ainda este ano.
Esta proposta de revisão atinge dois principais grupos de leitores: aqueles que querem uma ferramenta de auto avaliação e aprendizagem, e os médicos já formados que desejam uma atualização sobre o tema.
Cada capítulo começa com um caso clínico que simula situações reais de vida encontradas na prática diária. Cada caso é então seguido por questões de múltipla escolha que lidam com diagnóstico e tratamento e finalizam com respostas seguidas de uma explicação completa, fazendo uma correlação ao Atlas que vamos publicar este ano.
Os principais termos estão em itálico ao longo do texto, e cada capítulo contém: um resumo dos principais pontos de aprendizagem, box clinico, imagens ilustrativas, correlações clínicas e as referencias para se aprofundar sobre o tema.
Para esta nova edição, criou-se um novo formato mais prático. O livro foi totalmente reorganizado em oito áreas e atualizado com as mais recentes inovações no campo da medicina do sono.
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